O QUE OS ÍNDIOS PENSAM SOBRE O MUNDO E SUAS MUDANÇAS

EDUARDO VIVEIROS
DE CASTRO

Os índios, como todos os povos do mundo, têm suas maneiras próprias de explicar a origem do universo e de seus habitantes (gente, bichos, plantas, espíritos e deuses, rios, astros, estações do ano etc.). Eles também, como todos os povos do mundo, percebem que ...

É POSSÍVEL MELHORAR NOSSAS CIDADES?

RAQUEL ROLNIK

Por que nossas cidades são tão precárias? Por que nosso transporte coletivo não funciona como deveria funcionar? Por que temos tantas favelas ? Para esta e outras perguntas que os moradores de cidades brasileiras levantam , sempre ouvimos ...

DE QUE SÃO FEITAS AS COISAS?

PATRICIA KAUARK LEITE

De que se compõem as coisas da natureza em nosso redor, da qual também fazemos parte? O que é a matéria? Quais os seus constituintes? Essas questões acompanham a ciência desde as suas origens na Grécia antiga e ainda permanecem como grandes desafios ...

A MEMÓRIA É UM BARATO

MARIA RITA KEHL

Vocês devem estar acostumados a pensar que vivem no tempo presente, não é? Que acordam a cada dia prontos para viver o que aquele dia lhes traz - e que amanhã, será outro dia ...

03 | SETEMBRO

APARÊNCIA, MODA E IDENTIDADE

CAROL BARRETO

Já pensaram sobre as maneiras como a moda pode nos impor ou nos abrir possibilidades de reconhecer identidades e diferenças? Para conversar sobre isso, precisamos pensar nosso corpo como espaço de expressão capaz de desconstruir ou de nos adaptar a uma série de regras sociais e... 

01 | OUTUBRO

VIVER NA "IDADE MÍDIA"

MUNIZ SODRÉ

Pretendemos apresentar a noção de “mídia” como um novo tipo de espaço e uma nova forma de vida. Temos dado a isso o nome de “bios midiático”. Uma formulação muito simples da geração pertencente  a esse novo modo de vida é dada pelo personagem do filme A rede social ...

05 | NOVEMBRO

JOGANDO A SÉRIO: VIDEOGAMES E O NOSSO MUNDO

HERNANI HEFFNER

Pra que serve um videogame? Pra que serve jogar? Diante dos labirintos cíclicos e infinitos das histórias dos videogames, surge uma questão: é possível descobrir o mundo e a si mesmo em meio aos emaranhado de possibilidades narrativas? Ou será que os jogos eletrônicos não oferecem nada além da repetição de um fracasso? Opção A: é possível fugir do paradoxo temporal? Opção B: é possível pensar dentro do eterno retorno?